Chippanze em Recife – 11/10/09
Voltamos hoje da capital pernambucana, só o bagaço após um quase bate-volta de menos de dois dias, mas que mesmo assim deu pra conhecer parte do centro histórico de Recife/Olinda e passear por duas praias. O público do Continuum Festival foi sensacional, um pessoal bacana e divertido, que curtia e dançava mesmo com o não-usual som 8-bit, e que chegava sem frescura pra trocar idéias e experiências – ou seja, o extremo oposto do que costuma ocorrer em São Paulo. A oficina de chipmusic (com ênfase em Famitracker) ministrada pelo Eduardo Droid-On fez todos os participantes começarem e até finalizarem suas primeiras músicas – algumas realmente surpreendentes como primeiros trabalhos. Agora esperamos que futuros artistas chippers possam surgir dessa ótima e proveitosa tarde de ontem. O show em seguida do Pulselooper e Droid-On (nessa sequência), com live visuals do Perdido, também foi ótimo, com excelentes P.A’s e cerca de 60 a 70 pessoas que circularam pela inacreditável Torre Malakoff, um edifício histórico tombado que se transformou em centro cultural pela prefeitura de Recife. E ainda tive a chance de conhecer pessoalmente um antigo contato da área de circuit-bending, o Cristiano Rosa (Panetone). Nossos mais sinceros agradecimentos ao Guttie e à equipe do Festival Continuum/Recbeat/Coquetel Molotov, que conseguem – com técnicas de guerrilha – realizar ótimos festivais nessa maravilhosa cidade que é Recife.
Algumas fotos e um vídeo registrados pelo chapa Ed, game designer que participou da nossa oficina:







Só acho que a data tá errada! Ainda não chegamos em Dezembro, André!
Mó triste, queria ter ido.
Só vi o video agora! Foda!
Muito foda panacas. Pena que nego não dá valor ao que é de graça. A galera vê e fica com medo de entrar e ser barrado (por ser uma brincadeira). Muito bom trampo.
É porque não existe nada de graça. Tudo tem um catch.
O catch é assistir o Dred e o André, duas belezas exóticas. Vou colocar umas mina dançando no palco enquanto eu fico escondido, aí o povo vem.