Invadindo a Campus Party
Terça Feira, segundo dia da maior LAN Party do Brasil, isso vocês devem saber já. E, claro, se acompanham o Chippanze sabem que “invadimos” o espaço.
No dia 26 foi a vez do Pulselooper tocar no espaço do Game Music Brasil. Eu não ia poder ve-lo, mas, faltando 40 minutos pra ele entrar no palco, lá estava eu pegando o trem em direção ao Jabaquara. A viagem de Pirituba até lá foi longa, deu tempo até de compor uma música no caminho.
Saí do lado errado do metrô – óbvio! – mas me localizei e tentei esperar o onibus especial do Campus Party da estação ao centro de exposições Imigrantes. Tinha uma pequena fila, mas nada de ver o ônibus. Fail um. Fiquei pouco tempo e resolvi ir a pé. Belos 15 minutos de caminhada e já eram 14h40. André começou a tocar a ultima música na hora em que pisei no Campus Expo, a área livre do evento. Pena. Mas valeu.
Após o show, lá fomos nós tomar café. Exatamente atrás do estande do cafezinho está o famoso Reactable (lembram-se da entrevista com o Ralp? Já citamos aqui neste blog). Dred e eu, então, ficamos na fila para “brincar”. Pra nossa surpresa, Carlos Lopez, o espanhol criador do instrumento, estava dentro da “caverna” olhando o pessoal fazendo papel de ridiculo colocando todos os objetos e não ouvindo nada. Frustrante. Entramos e Dred desatou a conversar com o cara, deu até adesivo e ele foi super simpático – parecia aliviado de ter alguém pra conversar, sem ser o enxame de crianças ou leigos totais que entravam ali. Droid-on entregou um adesivo nosso pro Carlos, que prontamente colou em seu laptop.



Dia um terminado. Voltamos na chuva. TENSO, mas de boa. Colagem de adesivo do chippa no metrô!

27 de Janeiro, terceiro dia do evento, lá estava eu chegando onze e meia no centro imigrantes. Sabia que não ia voltar cedo pra casa então me preparei.
O meu show correu legal, pena que não tenho nenhum registro agora (fui sozinho, se alguém tirou fotos, por favor ajude este site!). Depois do show não fiz NADA até umas 17h, pois comecei a me desesperar. Teriamos uma entrevista na Tv Cultura às 18h30, e nada do Dred chegar. Fui lá, peguei meu crachá de palestrande, depois de uma confusão e me deixarem sem atendimento algum tempo.
Entro na área dos pagantes, onde o verdadeiro evento acontece. Mesas imensas cortando o espaço central, cabos e mais cabos espalhados pelo chão. Em volta, os locais de cada oficina, somente separados por paredes (pouco) altas.

Então, 18h15 e Dred me liga. Estava já no centro e tinha tirado o crachá depois de muito custo também. Fail dois.
Da entrada, fomos ao estande da Tv Cultura, seriamos entrevistados ao vivo no programa especial deles – confiram o vídeo no final do post! Super tranquilo, o pessoal da tv foi demais com a gente. Após a tv, fizemos uma pequena entrevista pra rádio e então iamos lá tomar um café antes de começar a preparar o workshop, que seria às 20h. Tivemos a brilhante idéia de pedir pro pessoal da Tv se poderiamos deixar nossas malas um pouco mais ali no espaço, pois para sair teriamos de tirar as coisas da mala e mostrar.
Mais uma vez, sim, Carlos estava lá perto de sua Reactable. Dessa vez a conversa fluiu melhor, se interessou bastante pelo coletivo. Foi proveitoso!
E então, de volta ao espaço, malas pegas, fomos ao reduto da música. Antes de começar, mais uma vez a Cultura nos alugou saudavelmente. Fizemos uma entrevista pro Metrópoles. O workshop foi muito bom, teve um pessoal que ficou até o fim e curtiu, o que é importante. Espero ver, em breve, alguma coisa deles! (inclusive se restaram dúvidas, mande seu comentário aqui, um email, sinal de fumaça…)
Mas, o fail 3 veio na hora de ir embora. Contavamos com o ônibus de grátis até o metrô, que já tinha parado de rodar (ele vai até as 22, saímos as 22h30). Bora tentar dividir um taxi, que rolou com duas pessoas maneirissimas, como diz o Dred.
Dia dois chegando ao fim, depois de uma tarde muito proveitosa e cansativa.
O nosso muito obrigado a todos que de alguma forma nos ajudaram, participaram, entrevistaram ou mesmo apenas gostaram da “invasão” que fizemos pelo Campus Party!
E em breve, mais Chippanze perto de você!






Ainda bem que não fui. Não imaginava que haveria tanta balbúrdia, apesar de eventos armados por comunistas costumam ser extremamente desorganizados, mesmo.
Pelo menos deu tudo certo pra vocês.
haha, melhor comentário do ano pro kosher.
DA HORA! mesmo nadando na merda tivemos bons momentos
o mais importante é que o dred fez sucesso entre o público homossexual.
E olha que nem acabou janeiro, e já ganhei prêmio de melhor comentário DO ANO!
Obrigado, obrigado. Eu gostaria de agradecer ao meu pai, à minha mãe, à minha única sobrinha, ao Reinaldo Azevedo e ao Diogo Mainardi, além de toda a galera do Chippanze pelo apoio.
Diogo Mainardi? Retiro o que disse.
O publico homossexual gamou no dred, e eu estava lá pra ver isso. Não, não sou vouyer.
Sabia! Basta eu apenas citar as palavras mágicas “Diogo” e “Mainardi” para automaticamente ganhar a antipatia de qualquer uma. É batata!
kosher, vc é mais freak do que eu pensava.
Acho que o Kosher fala do Mainard só de sacanagem pra causar uma intriga. Disseminador do Caos!
Se eu fizesse isso só por intrigas, eu seria adepto do discordianismo.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Discordianismo
Ou não. Vai saber? Talvez eu seja e não sei. Ou talvez vocês sejam.
«Se religiões organizadas são o ópio do povo, então religiões desorganizadas são a maconha da turba lunática. » (Kerry Thornley)
tenho q manter minha dose de viadagem, pra equilibrar a macheza extrema, ficar menos grosso…